Era 2021. Uma pizzaria em Higienópolis, sem gestão, sem presença digital, aceitando apenas dinheiro e cheque. O dono sumira havia dois anos. O faturamento, minguando. A maioria veria um problema sem solução.
Daniel Lucco e Marcos Paulo viram uma oportunidade. Compraram o ponto, investiram na reforma e apostaram tudo em um conceito que ainda era pouco conhecido pelo paulistano: a verdadeira pizza napolitana, reconhecida pela UNESCO como patrimônio cultural imaterial da humanidade.
Gustavo Brunello e Guilherme Paim logo se juntaram ao projeto. Quatro sócios. Quatro visões complementares. Uma missão comum: criar algo que o mercado ainda não tinha visto, uma rede com alma de pizzaria de bairro e ambição de referência mundial.