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Festival Sankofa leva dança negra e exposição fotográfica gratuita ao Jardim Samambaia

Créditos da imagem: André Luiz Batista Santos
Festival Sankofa leva dança negra e exposição fotográfica gratuita ao Jardim Samambaia

Da Redação, Campinas, SP.

29/09/2026 * 14H44

A valorização da memória, dos saberes ancestrais e da identidade negra ocupa o centro das atenções no Jardim Samambaia, na região periférica de Campinas, neste sábado, 3 de outubro. O Espaço Cultural Casa do Pavão promove, das 10h às 16h, o Festival de Danças Sankofa e Exposição Fotográfica. O evento, totalmente gratuito e sem necessidade de retirada prévia de ingressos, reúne variadas expressões das artes cênicas, visuais e corporais afro-brasileiras.

A atividade marca o encerramento do projeto A Arte do Dançar: Resgatando e Transmitindo Saberes da Cultura Afro-Brasileira Através da Dança Negra. A iniciativa buscou fortalecer o resgate histórico, a preservação e a difusão das tradições culturais de matriz africana por meio da formação artística e do intercâmbio de conhecimentos na comunidade local.

Dança inclusiva, ritmos tradicionais e acervo visual compõem a programação

A grade do festival reúne artistas e educadores que ministraram atividades ao longo do projeto. A lista de profissionais confirmados reúne nomes com trajetória nas áreas de dança, teatro, educação popular, cultura afro e acessibilidade: Renata Oliveira, Milton Mariano, Flor de Alice, Larissa Chitara, Danilo Donizete e Júlia Maria Barbosa.

As performances no palco vão do resgate de ritmos tradicionais afro-brasileiros e linguagem contemporânea até propostas focadas em dança inclusiva. Paralelamente às apresentações do corpo de baile, o público poderá conferir uma exposição com registros fotográficos das etapas do projeto e a exibição de adereços e acessórios artesanais confeccionados durante as oficinas práticas.

Acessibilidade e serviço no Jardim Samambaia

Instalado fora do circuito cultural centralizado da cidade, o Espaço Cultural Casa do Pavão conta com estrutura adaptada para receber pessoas com deficiência. Todo o evento terá suporte de intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras), garantindo o acesso democrático à programação cultural para diferentes públicos.

O festival ocorre na Rua Ana Teles Moreira, número 192, no Jardim Samambaia, com portões abertos ao longo de seis horas de programação continuada.

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