Durante o tratamento, passou por quimioterapia, mastectomia, três cirurgias, radioterapia e oito ciclos de quimioterapia oral. Enfrentou a necrose da mama, a rejeição da prótese de reconstrução e o desafio de se reconhecer em um corpo marcado pela cicatriz. Mesmo assim, seguiu trabalhando, amparada pelo marido, Davy, pela família, pelos amigos, pelos clientes e pela fé.
Neste mês, Ane completa um ano do fim da quimioterapia. Hoje, compartilha a realidade do câncer de mama sem romantizar a doença e defende um Outubro Rosa que vá além da cor: com prevenção, acolhimento e espaço de fala para pacientes, mulheres curadas e especialistas.
Em outubro, Ane também lança o Selo ELA, uma forma de reconhecer empresas e instituições que acolhem de fato a paciente oncológica.
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