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Por Luiz Felipe Leite

Atendimento por meio da teleconsulta vai começar em hospitais de São Paulo; objetivo é evitar mais casos do novo Coronavírus

Um projeto de teleatendimento vai ser usado, à partir desta quarta-feira (1), no tratamento de pessoas com doenças respiratórias graves e causadas pelo Novo Coronavírus. Especialistas do Hospital das Clínicas da USP vão poder interagir à distância, em tempo real, com outros médicos da rede, por meio de robôs.

O anúncio foi feito na terça-feira (31), em coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes, sede do Governo do Estado de São Paulo. O projeto foi desenvolvido pelo Incor, com apoio da Rede Nacional de Ensino Pesquisa e pelo InovaIncor. Mais de 100 hospitais do Estado vão participar do programa.

Segundo os responsáveis pelo projeto, os especialistas do Hospital das Clínicas da USP, liderados pela equipe de Pneumologia do Incor, vão poder discutir casos em tempo real com outros hospitais da rede. 

A fase 1 começou na última quinta-feira (26), com o Conjunto Hospitalar do Mandaqui, e a expansão vai acontecer dependendo da demanda da rede hospitalar da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo.

O Diretor da Divisão de Pneumologia do Instituto do Coração do HC e chefe da UTI-Respiratória, Carlos Carvalho, explicou que o tamanho da rede estadual de saúde justifica a novidade.

Segundo o secretário de Saúde do Estado de São Paulo, José Henrique Germann, a melhora no atendimento e a segurança dos pacientes são os principais objetivos do programa de teleatendimento.

O programa de teleatendimento, segundo o Governo de São Paulo, vai estar à disposição do Ministério da Saúde pra expansão dos serviços de saúde no resto do País.

Imagem: EBC

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