Rádio Brasil Campinas | AM 1270

Por Celina Silveira

Campinas proíbe venda de bebidas alcoólicas em postos para evitar aglomerações de pessoas

As lojas de conveniência dos postos de combustíveis de Campinas vão estar proibidas de vender bebidas alcoólicas a partir desta terça-feira (7).

O decreto tem o objetivo de inibir que grupos de pessoas que compram bebidas nos estabelecimentos criem aglomerações nos postos de combustíveis. A loja de conveniência que descumprir o decreto vai ser multada em R$ 1.446,44 na primeira autuação, mas o valor dobra em caso de reincidência. A medida foi anunciada pelo prefeito Jonas Donizette na tarde desta segunda-feira (6) em uma coletiva transmitida pela internet.

Então o decreto saí publicado amanhã, proíbe a venda de bebidas alcoólicas nas lojas de conveniências dos postos de combustíveis, todos os postos de combustíveis na cidade de Campinas. A proibição dura 30 dias e pode ser prorrogada por igual período caso seja necessário”.

Segundo Jonas Donizette, no último final de semana a Guarda Municipal atendeu 456 denúncias por descumprimento das medidas sanitárias para combate ao coronavírus.

“Ao todo foram 456 ocorrências. Não é pouca coisa, hein, 456 ocorrências relacionadas ao descumprimento das medidas sanitárias: Lei do Pancadão, aglomeração pública e perturbação do sossego. Quase 500 atendimentos pela nossa Guarda Municipal”. 

Nesta segunda-feira, a cidade de Campinas confirmou mais 11 óbitos da Covid-19 nas últimas 24 horas. As vítimas eram seis homens e cinco mulheres e apenas uma delas tinha menos que 60 anos. 

Durante a live, o prefeito Jonas Donizette, informou que se reuniu por teleconferência com prefeitos das demais cidades da Região Metropolitana de Campinas e que eles concordaram em solicitar que a cidade de São Paulo disponibilize leitos de UTI para pacientes da região.

“Fizemos contato com o governo do estado para que a gente possa, como eu tenho dito, fazer aquilo que nós fizemos quando a cidade de São Paulo teve a necessidade. Campinas acolheu pacientes da Região Metropolitana de São Paulo e agora essa, esse caminho de volta, né, que São Paulo possa acolher, não pacientes de Campinas propriamente dito, mas da nossa Região Metropolitana de Campinas”.

Foto: Prefeitura de Campinas

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