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Especialistas defendem foco no diagnóstico precoce para evolução no combate ao câncer Infantojuvenil

Nesta sexta-feira é comemorado o Dia Nacional do Combate ao Câncer Infantojuvenil. Segundo o INCA (Instituto Nacional do Câncer), o câncer é a primeira causa de morte por doença entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos no Brasil.

Ainda segundo o instituto, o número estimado de casos de câncer desenvolvidos por esta parte da população deve chegar em 12.600, cujos índices mais elevados devem ser registrados nas regiões Sudeste e Nordeste, com 6.050 e 2.750 ocorrências, respectivamente.

O câncer infantil corresponde a um grupo de várias doenças que têm em comum a proliferação descontrolada de células anormais e que pode ocorrer em qualquer parte do organismo. Os tumores mais frequentes na infância e na adolescência são as leucemias, os do sistema nervoso central e linfomas.

Segundo o oncologista pediátrico e fundador do GRAACC (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer), Sérgio Petrilli, o panorama do câncer Infantojuvenil no Brasil ainda é muito grave, apesar dos avanços nos tratamentos nos últimos anos.

De acordo com o GRAAC, em torno de 80% das crianças e adolescentes com câncer podem ser curados se diagnosticados precocemente e tratados em centros especializados.

Para a médica e presidente do Centro Boldrini, localizado em Campinas e referência em atendimento de crianças com câncer, Silvia Brandalise, é preciso avançar ainda mais no combate a esse problema.

Os especialistas ouvidos pela Rádio Brasil Campinas reforçaram também que crianças e adolescentes devem ser examinados por algum especialista caso tenham os seguintes sintomas: dores de cabeça e vomito; caroços no pescoço, nas axilas, na virilha, dores nas pernas; manchas arroxeadas na pele; aumento de tamanho de barriga, entre outros.

Reportagem: Luiz Felipe Leite
Imagem: Fonte Comunicação

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