Rádio Brasil Campinas | AM 1270

Por Luiz Felipe Leite

Especialistas propõem ações para reduzir superlotação de hospitais de Campinas

O decreto da Prefeitura de Campinas, proibindo que instituições de saúde públicas e privadas interrompam atendimento sem autorização, gerou críticas na cidade. Ao mesmo tempo foram sugeridas várias alternativas para solucionar a superlotação dos hospitais do município.

Uma delas é do secretário Municipal de Saúde, Cármino Antônio de Souza. Para ele, a implantação de uma Central de Regulação de Leitos da Região Metropolitana de Campinas pode ajudar. A central seria responsável por direcionar e distribuir os leitos de UTI entre as cidades da RMC.

Outra sugestão é do presidente da Comissão de Política Social e Saúde da Câmara de Campinas, vereador Pedro Tourinho (PT). Para ele, o município precisa otimizar os recursos já existentes.

Quem também opinou sobre o assunto foi o presidente do Conselho Municipal de Saúde, Cecílio dos Santos. Segundo ele, a contratação de mais leitos é fundamental para resolver o problema.

O decreto, assinado pelo prefeito Jonas Donizette (PSB) na última quarta-feira, foi motivado após vários casos recentes de suspensão de atendimentos em serviços de saúde da cidade. O Hospital PUC-Campinas interrompeu os atendimentos na última sexta-feira e os retomou no domingo.

Já o Hospital da Mulher da Unicamp anunciou na última terça-feira a suspensão da internação, por tempo indeterminado, de novas gestantes ou recém-nascidos no CAISM (Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher).

O Hospital PUC-Campinas e o CAISM, por meio das assessorias de imprensa, informaram que estão analisando o decreto. Já a Secretaria de Estado da Saúde não vai se posicionar sobre o assunto.

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