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Por Luiz Felipe Leite

Greve geral reúne manifestantes em Campinas contra a reforma da previdência e cortes na educação

A greve geral convocada para o dia 14 de junho em todo o Brasil por centrais sindicais, partidos políticos e movimentos sociais teve reflexos em Campinas. Protestos foram realizados no Largo do Rosário, um dos locais públicos mais tradicionais da cidade.

Os principais temas criticados pelos manifestantes foram os cortes nos orçamentos das universidades públicas federais e nos programas de pesquisa do Ministério da Educação, além da atual proposta de reforma da previdência do Governo Federal.

Os primeiros manifestantes chegaram ao Largo do Rosário por volta das 10h. Grupos de estudantes, professores, aposentados e representantes de entidades sindicais lotaram a praça entoando palavras de ordem, principalmente contra o presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Um dos manifestantes foi o professor aposentado José Carlos Dias, de 58 anos de idade. Ele avaliou como fundamental a participação da população na discussão sobre a reforma da previdência e dos cortes na educação.

Quem também participou do protesto foi a estudante universitária Flávia Telles. Ela, que tem 25 anos de idade e cursa Ciências Sociais na Unicamp, afirmou que os jovens precisam se posicionar mais.

A professora Paula de Almeida Anjos disse que a categoria, entre outras existentes, precisa ser ouvida sobre a reforma da previdência e os cortes na educação.

Para o diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas e Região, Sidalino Orsi Junior, os protestos não devem parar.

A Secretaria de Comunicação da Presidência da República foi procurada para comentar sobre a greve geral, mas não houve retorno até o fechamento desta reportagem.

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