Hoje tive a alegria de entrevistar e conhecer a atleta e professora Beatriz Sayuri Kamozaki, que protagonizou uma história de inclusão e sensibilidade no esporte.
Para se comunicar com seu aluno Filipi, de apenas 3 anos, Beatriz aprendeu a Língua Brasileira de Sinais (Libras). O aprendizado ganhou ainda mais significado durante a cerimônia de graduação de faixa no jiu-jítsu, realizada em Indaiatuba, quando ela pôde se comunicar com o pequeno atleta de uma forma especial e garantir que ele também participasse desse momento tão importante.
A iniciativa reforça como o esporte pode ser uma ferramenta de inclusão, conexão e transformação, mostrando que peque