O endividamento das famílias cresceu pelo segundo ano consecutivo e se aproxima de níveis recordes. Em 2025, o indicador avançou 1,3 ponto percentual, mesmo com a melhora do mercado de trabalho e da renda. Segundo o Relatório de Política Monetária (RPM) de março, divulgado pelo Banco Central, o movimento está ligado às mudanças no crédito consignado privado, ao maior uso de linhas emergenciais e ao aumento do comprometimento da renda. O advogado Felipe Granito, especialista em recuperação empresarial e sócio do Granito Boneli Advogados, está disponível para entrevistas. Ele pode explicar os fatores que pressionam o orçamento, comentar os impactos no consumo e na atividade econômica, além de orientar sobre planejamento financeiro e os riscos do uso recorrente de crédito emergencial.