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Saúde de Campinas aponta 32 bairros com risco elevado de transmissão da dengue

Créditos da imagem: Carlos Bassan
Saúde de Campinas aponta 32 bairros com risco elevado de transmissão da dengue

Da Redação, Campinas, SP.

02/10/2026 * 15H58

A Secretaria de Saúde de Campinas incluiu 32 bairros no 40º Alerta Arboviroses de 2026, documento divulgado nesta quinta-feira, 1º de outubro, que indica os locais com maior probabilidade de transmissão da dengue no município. O levantamento é fundamentado pela análise semanal de indicadores de saúde e orienta a intensificação do combate aos focos do mosquito Aedes aegypti nas áreas sinalizadas. Entre o início de janeiro e o dia 28 de setembro, a cidade contabilizou 4.053 infecções confirmadas da doença, sem registro de mortes no período.

O relatório divide o alerta epidemiológico em seis regiões da cidade. Na Região Leste, os locais apontados são Vila Itapura, Vila 31 de Março, Vila Lafayette Álvaro, Parque Brasília, Jardim Flamboyant e Vila Nogueira. A Região Noroeste traz Vila Padre Manoel de Nóbrega, Jardim Garcia, Conjunto Residencial Parque São Bento, Conjunto Habitacional Parque da Floresta e Cidade Satélite Íris I.

Na Região Norte, figuram Bonfim, Botafogo, Vila Proost de Souza e Jardim Chapadão. A lista da Região Sudoeste reúne Loteamento Residencial Porto Seguro, Conjunto Habitacional Vida Nova, Núcleo Residencial Vila Vitória, DIC V, DIC VI, Jardim Melina e Jardim Aeronave de Viracopos.

A relação para a Região Sul abrange Jardim Puccamp, Jardim Columbia, Jardim San Diego, Parque das Camélias, Jardim Mercedes e Vila Abaeté. Por fim, a Região Sudeste inclui Parque Jambeiro, Jardim Santa Judith, Jardim Leonor e Ponte Preta. As recomendações operacionais e os cuidados preventivos estendem-se também aos bairros e núcleos localizados no entorno imediato das áreas citadas.

Critérios de risco e ações de bloqueio nos bairros

Para classificar os bairros prioritários, a administração municipal cruza dados como a taxa de incidência recente, o surgimento de novos focos de infecção, a densidade demográfica, a resistência ou ausência de moradores durante as inspeções e a necessidade de reforçar a comunicação comunitária. Bairros listados em edições anteriores do boletim que deixaram de figurar no mapeamento atual devem manter os protocolos de eliminação de recipientes com água parada.

Entre 1º de janeiro e 23 de setembro, equipes de saúde executaram 1.270.445 inspeções residenciais para orientação preventiva e remoção de criadouros em diferentes pontos do município. As frentes de trabalho efetuaram ainda o procedimento de nebulização costal ao longo de 53.382 logradouros.

As vistorias nas residências são conduzidas por agentes comunitários de saúde, agentes de controle ambiental e profissionais de empresa terceirizada contratada pela Prefeitura. A população pode verificar a identificação oficial dos agentes por meio dos crachás, uniformes e canais de atendimento telefônico informados no portal da Prefeitura de Campinas.

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