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Por Luiz Felipe Leite

Procura por curso preparatório de tiro em Campinas aumenta após decreto que flexibilizou posse de armas

A procura pelo curso preparatório de tiro na ACTE (Associação Campineira de Tiro Esportivo) aumentou após o decreto do presidente Jair Bolsonaro, publicado no último dia 15 de janeiro, que flexibilizou em todo o território nacional a posse de armas de fogo.

Segundo a presidência da ACTE, fundada em 1958 e que possui aproximadamente 300 integrantes, o número de consultas passou de uma média de três por semana para cinco por dia.

De acordo com o decreto, a posse de arma trata-se da autorização para manter uma arma de fogo em casa ou no local de trabalho, desde que o dono do objeto seja o responsável legal pelo estabelecimento.

A obrigatoriedade de cursos para manejar a arma de fogo é uma das exigências básicas do Governo Federal para a concessão da posse.

De acordo com o presidente da ACTE e instrutor da CBTE (Confederação Brasileira de Tiro Esportivo), major Vladimir Ribeiro, o decreto do Governo Federal tornou mais objetivo os critérios para a concessão da posse de armas de fogo.

No entanto, para o advogado criminalista e pesquisador do Laboratório de Análise Espacial de Dados Epidemiológicos da Unicamp, Antônio Carlos Bellini Junior, a flexibilização da posse de armas de fogo trata-se de uma medida mais populista do que técnica do governo.

Ainda de acordo com o decreto do Governo Federal, cada cidadão poderá ter a posse, caso aprovado o pedido, de até quatro armas de fogo.

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