Rádio Brasil Campinas | AM 1270

Por Celina Silveira

Projeto do governo estadual prevê concessões e Parcerias Público-Privadas (PPP) para reaquecer a economia do estado

O governo do Estado de São Paulo vai iniciar ainda neste mês reuniões com investidores da França, Espanha, China e Japão para aplicação do Plano de Retomada Econômica para os anos de 2021 e 2022.

O documento elaborado pela equipe econômica do governo estadual coordenada pelo secretário da Fazenda e Planejamento, Henrique Meirelles, tem o objetivo de atrair investidores com concessões de obras públicas e Parcerias Público-Privadas (PPP) em dezenove projetos em áreas como infraestrutura e mobilidade urbana.

A região de Campinas, por exemplo, deve ser impactada pelo trem intercidades planejado para ligar a capital paulista ao interior do estado passando por Campinas e Americana.

Mesmo após a pandemia, o estado de São Paulo continua como um forte atrativo para investidores estrangeiros não apenas pelos índices econômicos, mas também por adesão à práticas de sustentabilidade e combate à pandemia, como afirma o secretário Henrique Meirelles.

“Duas políticasa básicas que eu chamo de vitrines do Estado de São Paulo para o investidor estrangeiro. Primeiro, meio ambiente: São Paulo opera em alinhamento total às normas internacionais de construção, desmatamento ilegal zero, recomposição de florestas, estímulos a fontes limpas de energia e limitação da geração de gases causadores de efeito estufa. Em relação ao Covid-19, somente a ciência orienta as decisões do governo de São Paulo”.  

Dados da Banco Central demonstram que em 2019, a economia do estado de São Paulo cresceu 2,8%, enquanto a do Brasil atingiu em torno de 1%.

Para Henrique Meirelles, no próximo ano, enquanto o PIB brasileiro deve subir de 2,5% a 3%, o PIB do estado de São Paulo deve registrar aumento de 5%.

Segundo o governo do estado, durante a pandemia 318 mil empregos foram preservados e 74% dos setores econômicos permaneceram em atividade, enquanto obras com recursos públicos e privados somaram mais de R$ 44 bilhões e geraram 148 mil empregos. 

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