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Por Luiz Felipe Leite

Relatório da Cetesb aponta melhora da qualidade do ar do Estado de São Paulo

A qualidade do ar em várias regiões do Estado de São Paulo, com base em dados de 2018, é considerada superior ou igual às informações registradas no ano anterior.

A pesquisa, realizada pela Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), foi divulgada na última quinta-feira. A agência, pertencente ao Governo Paulista, é responsável pelo controle, fiscalização, monitoramento e licenciamento de atividades geradoras de poluição.

Segundo a Cetesb, os níveis dos poluentes atmosféricos de CO (Monóxido de Carbono) e SO2 (Dióxido de Enxofre) registrados na Região Metropolitana de São Paulo em 2018, apesar da expansão da frota automotiva, estão entre os mais baixos da década.

A média anual de SO2 na Região Metropolitana de São Paulo em 2001 foi de 14 µg/m3. A média caiu em 2018 para 2 µg/m3.

Nas estações da Baixada Santista, houve uma única ultrapassagem do padrão estadual de ozônio, em Cubatão-Vale do Mogi. No interior, ocorreram ultrapassagens do padrão de qualidade do ar do poluente nas estações de Americana, Campinas-Taquaral, Jundiaí, Limeira, Paulínia, Paulínia-Santa Terezinha e Piracicaba.

De acordo com a diretora-presidente da Cetesb, Patrícia Iglecias, alguns motivos explicam estes dados. Uma das explicações é a realização de um controle maior da emissão de poluentes por parte do Estado.

Apesar da melhora na qualidade do ar, ainda existe o risco das pessoas terem problemas de saúde por causa da emissão de poluentes. É o que disse a pneumologista do Hospital PUC-Campinas, Débora Patrocínio.

Para mais informações sobre o relatório da Qualidade do Ar no Estado de São Paulo em 2018, é necessário acessar o seguinte site: www.cetesb.sp.gov.br

Imagem: CETESB

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