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Por Maíra Torres

Responsável por quase ¼ da poluição atmosférica da RMC, Campinas lança pesquisa sobre o tema

A Prefeitura de Campinas lançou na sexta-feira o Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa e Poluentes Atmosféricos, uma pesquisa que revela a quantidade desses gases poluentes que as cidades da Região Metropolitana de Campinas lançam na atmosfera. A metrópole campineira ficou em segundo lugar como cidade que mais emite gases de efeito estufa, responsável por 23,2% do total da RMC em 2016, ano base do Inventário. Também foi concluído que 60% dessa emissão é gerada pela frota de veículos.

Já quem ocupa a primeira posição é Paulínia, com 38,5%. O motivo é pelo município ser um pólo petroquímico, fator que contribui para a poluição atmosférica. Há dois anos, a região emitiu 11.218 milhões de toneladas de gases do efeito estufa. O Inventário foi realizado durante 2018 pela empresa licitada Waycarbon, com participação dos Governos Locais pela Sustentabilidade, das 19 prefeituras da RMC e Secretaria do Verde, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.

A pesquisa mostrou que o setor que mais emite gases de efeito estudo é aquele que usa a queima de combustíveis fósseis para a geração de energia, em todas as esferas econômicas. Esse segmento é conhecido como energia estacionária, e corresponde a 42,7% da poluição da RMC, seguida pelo setor dos transportes, com 41% da produção, e por último, a incineração de produtos sólidos ou da área da saúde, com 9%.

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