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Por Giovanna Giuga

Salários de políticos vão encolher em duas cidades

Os prefeitos eleitos, vice e futuros secretários de Cosmópolis e Valinhos vão ter redução de salários a partir de janeiro de 2021. Em Valinhos, onde é pago atualmente o maior subsídio entre as 20 cidades da Região Metropolitana de Campinas, a remuneração do prefeito vai cair de R$ 28,4 mil para R$ 16,4 mil por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

Em Cosmópolis, a redução vai ser de 11% a partir de janeiro por lei aprovada pela Câmara em março, após recomendação do Tribunal de Contas do Estado. O salário do prefeito vai cair de R$ 19,8 mil para R$ 17,6 mil.

O posto de maior salário, a partir do ano que vem, vai ser do prefeito eleito de Santa Bárbara d’Oeste, Rafael Piovezan (PV), de R$ 28 mil, seguido do prefeito eleito de Americana, Chico Sardelli (PV), que continua em R$ 23,8 mil. Já o prefeito reeleito de Paulínia, Du Cazellato (PL), segue com R$ 23,4 mil e o salário do prefeito eleito em Campinas, Dário Saadi (Republicanos), fica em R$ 23,2 mil.

O STF considerou inconstitucional a lei de 2008 que dava aos agentes políticos de Valinhos o mesmo percentual de reajuste do funcionalismo. Pela Constituição, a Câmara vai poder fixar um novo valor até 31 de dezembro, mas o regimento interno da Casa define que mudanças nos subsídios dos agentes políticos devem ser feitas até o segundo trimestre do final de cada legislatura, ou seja, até junho.

Com a decisão, os salários do vice-prefeito e secretários vão cair de R$ 16,1 mil para R$ 9,3 mil.

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